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Senadores brasileiros em visita à Venezuela nesta quinta foram cercados por manifestantes em Caracas. O grupo de oito parlamentares foi ao país vizinho para pressionar o governo de Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Eles visitariam políticos presos em uma penitenciário nos arredores de Caracas.
Diante da dificuldade para sair
do aeroporto da capital venezuelana, a
comitiva de senadores decidiu retornar ao Brasil sem cumprir a agenda planejada.
"O Governo brasileiro
lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do
Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São
inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares
brasileiros", diz a nota do Itamaraty.
A pasta também informou que
pedirá informações ao governo venezuelano sobre o ocorrido. "À luz das
tradicionais relações de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro
solicitará ao Governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos
esclarecimentos sobre o ocorrido", informou o ministério.
O Itamaraty informou ainda que
solicitou e recebeu do governo venezuelano a garantia de custódia policial para
a delegação durante sua estada no país. De acordo com a pasta, o embaixador do
Brasil na Venezuela recebeu os senadores na sua chegada ao aeroporto. O
ministério também disse que os parlamentares embarcaram em veículo da embaixada
brasileira.
Conforme o Ministério das Relações Exteriores, havia um engarrafamento quando a comissão decidiu retornar ao aeroporto após o incidente.
Conforme o Ministério das Relações Exteriores, havia um engarrafamento quando a comissão decidiu retornar ao aeroporto após o incidente.
Após o episódio com os senadores
brasileiros em Caracas, a presidente Dilma
Rousseff se reuniu no Palácio do Planalto com o ministro das Relações
Exteriores, Mauro Vieira. Da Venezuela, o senador Aécio
Neves (PSDB-MG), cobrou de Dilma que o embaixador brasileiro no país vizinho,
Rui Pereira, seja chamado de volta a Brasília para dar explicações
sobre o incidente.
Os presidentes do Senado, Renan
Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmaram
na tarde desta quinta que cobrariam do governo brasileiro reação ao
episódio de hostilidade relatado pelos senadores. Renan chegou a falar por
telefone com Dilma. Segundo ele, a ligação seria para cobrar uma reação
“altiva” do governo brasileiro em relação ao ocorrido com os parlamentares.
Eduardo Cunha afirmou que a Casa
“não concorda com nenhum tipo de agressão ou retaliação” contra quem quer que
seja e que irá se “associar a qualquer tipo de reação”. No plenário da Câmara,
os deputados aprovaram
uma moção de repúdio contra o episódio de hostilidade relatado pelos
senadores.
Leia abaixo a íntegra da nota do
Itamaraty:
O Governo brasileiro lamenta os
incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e
prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São
inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros.
O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.
O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.
Por intermédio da Embaixada do
Brasil, o Governo brasileiro solicitou e recebeu do Governo venezuelano a
garantia de custódia policial para a delegação durante sua estada no país, o
que foi feito.
O Embaixador do Brasil na Venezuela
recebeu a Comissão na sua chegada ao aeroporto de Maiquetía, onde os Senadores
e demais integrantes da delegação embarcaram em veículo proporcionado pela
Embaixada, enquanto o Embaixador seguiu em seu próprio automóvel de retorno à
Embaixada.
Ambos os veículos ficaram retidos
no caminho devido a um grande congestionamento, segundo informações ocasionado
pela transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão venezuelano
extraditado pelo Governo colombiano.
O incidente foi seguido pelo
Itamaraty por intermédio do Embaixador do Brasil, que todo o tempo se manteve
em contato telefônico com os Senadores, retornou ao aeroporto e os despediu na
partida de Caracas.
À luz das tradicionais relações
de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro solicitará ao Governo
venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o
ocorrido.
Em nota divulgada nesta
quinta-feira (18), o Ministério das Relações Exteriores disse que o governo
brasileiro lamenta os "incidentes" que frustaram a visita de
senadores brasileiros a opositores presos do regime do presidente Nicolás
Maduro. No texto, a pasta diz também que são "inaceitáveis" atos
hostis praticados contra eles por manifestantes.
Senadores brasileiros em visita à Venezuela nesta quinta foram cercados por manifestantes em Caracas. O grupo de oito parlamentares foi ao país vizinho para pressionar o governo de Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Eles visitariam políticos presos em uma penitenciário nos arredores de Caracas.
Senadores brasileiros em visita à Venezuela nesta quinta foram cercados por manifestantes em Caracas. O grupo de oito parlamentares foi ao país vizinho para pressionar o governo de Maduro a libertar presos políticos e marcar eleições parlamentares. Eles visitariam políticos presos em uma penitenciário nos arredores de Caracas.
Diante da dificuldade para sair
do aeroporto da capital venezuelana, a
comitiva de senadores decidiu retornar ao Brasil sem cumprir a agenda planejada.
"O Governo brasileiro
lamenta os incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do
Senado e prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São
inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares
brasileiros", diz a nota do Itamaraty.
A pasta também informou que
pedirá informações ao governo venezuelano sobre o ocorrido. "À luz das
tradicionais relações de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro
solicitará ao Governo venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos
esclarecimentos sobre o ocorrido", informou o ministério.
O Itamaraty informou ainda que
solicitou e recebeu do governo venezuelano a garantia de custódia policial para
a delegação durante sua estada no país. De acordo com a pasta, o embaixador do
Brasil na Venezuela recebeu os senadores na sua chegada ao aeroporto. O
ministério também disse que os parlamentares embarcaram em veículo da embaixada
brasileira.
Conforme o Ministério das Relações Exteriores, havia um engarrafamento quando a comissão decidiu retornar ao aeroporto após o incidente.
Conforme o Ministério das Relações Exteriores, havia um engarrafamento quando a comissão decidiu retornar ao aeroporto após o incidente.
Após o episódio com os senadores
brasileiros em Caracas, a presidente Dilma
Rousseff se reuniu no Palácio do Planalto com o ministro das Relações
Exteriores, Mauro Vieira. Da Venezuela, o senador Aécio
Neves (PSDB-MG), cobrou de Dilma que o embaixador brasileiro no país vizinho,
Rui Pereira, seja chamado de volta a Brasília para dar explicações
sobre o incidente.
Os presidentes do Senado, Renan
Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmaram
na tarde desta quinta que cobrariam do governo brasileiro reação ao
episódio de hostilidade relatado pelos senadores. Renan chegou a falar por
telefone com Dilma. Segundo ele, a ligação seria para cobrar uma reação
“altiva” do governo brasileiro em relação ao ocorrido com os parlamentares.
Eduardo Cunha afirmou que a Casa
“não concorda com nenhum tipo de agressão ou retaliação” contra quem quer que
seja e que irá se “associar a qualquer tipo de reação”. No plenário da Câmara,
os deputados aprovaram
uma moção de repúdio contra o episódio de hostilidade relatado pelos
senadores.
Leia abaixo a íntegra da nota do
Itamaraty:
O Governo brasileiro lamenta os
incidentes que afetaram a visita à Venezuela da Comissão Externa do Senado e
prejudicaram o cumprimento da programação prevista naquele país. São
inaceitáveis atos hostis de manifestantes contra parlamentares brasileiros.
O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.
O Governo brasileiro cedeu aeronave da FAB para o transporte dos Senadores e prestou apoio à missão precursora do Senado enviada na véspera a Caracas.
Por intermédio da Embaixada do
Brasil, o Governo brasileiro solicitou e recebeu do Governo venezuelano a garantia
de custódia policial para a delegação durante sua estada no país, o que foi
feito.
O Embaixador do Brasil na
Venezuela recebeu a Comissão na sua chegada ao aeroporto de Maiquetía, onde os
Senadores e demais integrantes da delegação embarcaram em veículo proporcionado
pela Embaixada, enquanto o Embaixador seguiu em seu próprio automóvel de
retorno à Embaixada.
Ambos os veículos ficaram retidos
no caminho devido a um grande congestionamento, segundo informações ocasionado
pela transferência a Caracas, no mesmo momento, de cidadão venezuelano
extraditado pelo Governo colombiano.
O incidente foi seguido pelo
Itamaraty por intermédio do Embaixador do Brasil, que todo o tempo se manteve
em contato telefônico com os Senadores, retornou ao aeroporto e os despediu na
partida de Caracas.
À luz das tradicionais relações
de amizade entre os dois países, o Governo brasileiro solicitará ao Governo
venezuelano, pelos canais diplomáticos, os devidos esclarecimentos sobre o
ocorrido.
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