Agência da Caixa ou Centro Cultural? Quem ficará com o prédio do Antigo Açougue?
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| Foto: Álbum do Facebook de Sônia Bastos |
Audiência Pública realizada nessa
quinta feira no Plenário da Câmara de Vereadores tratou dos rumos do prédio do
antigo açougue municipal, o qual até então está sob concessão de uso pela Caixa
Econômica Federal, que deveria ter construído no local uma agência para atendimento
na cidade de Tucano.
Conforme abordado pelo gerente geral
da instituição, Senhor Nivaldo, desde que recebeu o direito de sessão de uso, a
CEF, buscou viabilizar os estudos do local para início da construção que estava
orçada inicialmente no final de 2012 em aproximadamente R$ 1.100.000,00 (um milhão
e cem mil reais), valor este que após estudo técnico do local era insuficiente
visto que o projeto inicial era manter a mesma estrutura de construção por ser
um bem de valor histórico local, o valor seria o dobro, caso mantivesse a mesma
estrutura física. Sendo dessa forma, necessária a demolição para dar lugar a
uma nova construção.
Diante disso tudo e com o empenho
do prefeito em retomar esse espaço, a própria caixa já não acha mais viável lutar
para manter a posse do local, o que facilitará a retomada do bem por parte do município.
Em resposta as perguntas feitas
pelos presentes, o prefeito tratou de forma que mais parecia propaganda
eleitoral extemporânea. Deixando vazio o esclarecimento de alguns pontos, tais
como: Em caso de retomada do bem, quanto tempo mais o mesmo serviria de depósitos
de insetos e roedores? Onde a resposta foi dada com citações de ações do
governo e não com datas, como cabia a resposta.
Foram vários os questionamentos
do povo e dos vereadores, sendo o questionamento do vereador Rodrigo um dos
mais pertinentes. O mesmo citou que não adianta fazer tanto espaço público e os
mesmo não poderem ser usados pela população, dando como exemplo o Ginásio de
Esportes e o Estádio, que não pode ser usados para projetos sociais como bem
exemplificou o caso do professor Décio da Capoeira que realiza as atividades de
seu projeto em plena rua, por falta de apoio do poder Público.
Depois de muita discussão, foi encerrada
a audiência pública e a partir da próxima sessão da câmara veremos qual o rumo
que será dado ao imóvel em discussão.
Adenilton Rocha
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